Jogos Vorazes: A Esperança – O final (Crítica)

Jogos Vorazes: A Esperança – O final (Crítica)
10Overall Score
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5.5

Rolou nas semanas anteriores, a estréia de um filme bastante aguardo este ano: “Jogos Vorazes: A Esperança – O final”, milhares de expectadores já foram ás telas conferir a produção do último livro da trilogia de Suzanne Collins, dirigido pelo diretor Francis Lawrence, (eu sugiro que: se você não viu o filme e não leu o livro para não ler esta matéria, pois a mesma contém Spoilers).

O filme começa, obviamente, de onde parou o primeiro, Katniss, ferida por Peeta, tenta pronunciar seu nome e seu distrito, mas encontra dificuldades. O objetivo central de nossa protagonista neste filme, é nada mais nada menos que: Matar o presidente Snow e buscar a paz entre os distritos e a capital. Ela pede insistentemente á Haymitch e Coin, presidente do distrito 13, para ser levada á capital para executar o seu plano, porém, não é atendida em suas tentativas.

Até que Katniss resolve entrar em um avião de cargas para encaminhar-se á capital. Lá, ela formará uma resistência rebelde denominada “Esquadrão 451″ com seus amigos mais próximos (Gale, Finnick, Peeta, entre outros). Finnick chega a citar ” senhoras e senhores, sejam bem vindos a septuagésima sexta edição dos jogos vorazes”. Juntos, eles arriscam suas vidas para dar um fim em Snow, que cada vez mais se vê na missão de derrubar o Tordo.

Durante todo esse período, Katniss faz de tudo para reconquistar a confiança de seu amado Peeta, enquanto Gale se distancia cada vez mais, pois sabe que a relação dos dois não haverá um futuro próspero.



FoxWalker BR

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Laura Seda

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